domingo, 31 de julho de 2011
fucking love
tantos e tantos pensamentos na minha cabeça.. sabem uma explosão? é isso, é isso que se passa aqui dentro.. uma explosão prestes a emergir ao de cima sem aviso, sem sinal. porque ao recordar faz-me desejar, desejar faz-me querer, querer faz-me sentir, e esta cadeia de palavras é o quê? um olhar, um abraço, uma conversa, tantos e tantos pensamentos. porque o olhar nos olhos, o teu abraço e o teu carinho fazem-me pensar em tudo como se fosse a última vez, fazem-me desejar ter-te nem que seja apenas por um dia, mais um dia, só para nunca mais me esquecer. porque esquecer é fácil, apagar não.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
hi! bye..
tal sentimento não se explica, até porque nem sei que nome se lhe dá! os meus pais não me ensinaram, não aprendi na escola, nem sequer um amigo mais sabichão. nunca foram abordados por aqueles subitos olás que vos dão alegria e tornam tudo melhor mas que no fim não passam de um simples adeus mas apenas sem remorços? não sei se me faço entender, mas é a única forma que tenho de me expressar e de explicar "isto". é nestas alturas que chego à conclusão que a cabeça e o coração não servem para nada e que um olá todo feliz não é nada.. preferia ter recebido um "vai-te lixar".
segunda-feira, 30 de maio de 2011
João Janes (L)

Poderia estar para aqui com mil e uma palavras, mas sabes que para ti estas mesmas já se esgotaram à muito e continuo todos os dias em busca de novas para te descrever e para transmitir tudo aquilo que significaste e continuarás sempre a significar para mim, pois a nossa história tem passado, um grande presente e no que depender de mim um futuro brilhante! Embora tu aches que não, estiveste sempre presente mesmo que em plena distância, o teu coração esteve sempre junto ao meu assim como o teu apoio. Estiveste não só na minha felicidade mas também na minha tristeza que é aí que me apercebo que já passou tanto tempo e tu continuas aqui como se fosses parte de mim, estiveste no meu sofrimento, estiveste no meu desespero, até quando chorei baba e ranho, até mesmo quando tive de ouvir um na na ni na não da tua parte para entender que estava errada. Sobretudo fizeste-me feliz e continuas a fazer, conheces-me melhor que eu mesma se for preciso. Não vou agradecer-te mais do que já te agradeci quantas e quantas vezes, porque acho que estamos um para o outro não por obrigação mas sim por isso ser uma das nossas maiores felicidades. Só te vou pedir que nunca me deixes e nunca mudes a fantástica pessoa que tens sido e continuas a ser, embora mais forte e menos ingénua um pouco graças a mim digo eu que também te dou na cabeça, mas por favor, nunca mas nunca te vás embora. E se um dia a vida nos levar por caminhos distintos, mesmo que seja por tempo prolongado, quando for velhinha prometo que cá estarei com o meu xaile, melhor, o nosso xaile cor-de-laranja à tua espera.
Muitos Parabéns João Janes, mais um ano contigo, meu orgulho, meu tudo. @
quarta-feira, 18 de maio de 2011
i miss
digam o que disserem, continuo a achar que não há nada pior que a dor da saudade, muito menos quando não podes fazer nada para alivá-la. saudade é perdição, saudade é vazio e tristeza, ou pelo menos é isto que o meu coração grita quando a sinto. e se eu disser que sei que também a sentes, ajuda? não, não ajuda, não muda nada. dor dor e dor. porque dói mesmo quando sinto estas saudades. ainda continuo à espera de um sinal que me explique como a combater, já que não tenho a tua ajuda e sozinha não consigo. ainda continua à espera.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
corredores
Continuarei o meu caminho sem olhar para trás, antes que esta corrida fenomenal que é a vida termine, sendo forte e não recuando mesmo que pense duas vezes na minha acção, pois por vezes o errado é o certo. Deixem-me continuar com a minha cabeça do avesso, pois é assim que sou feliz, continuem a testar-me para ver do que sou feita, deixem-me continuar com a minha cabeça baixa, ao menos assim estou mais perto da terra, do meu caminho. Eu não tenho duvidas que um dia saberei como me sinto agora, que nome dar aos sentimentos e emoções, não tenho mesmo, e que uma noite destas fugirei em busca de algo, sonhando com o dia que virá, sonhando com o amanhã. Por isso, deixem-me continuar com isto tudo de pernas para o ar, com a minha cabeça do avesso, continuem a testar-me para ver de que material sou feita, pois eu sou forte. Continuarei a manter a cabeça baixa, continuando assim mais perto da terra, sabendo que um dia me soltarei e irei em busca de todos esses sentimentos e emoções, irei em busca do meu sol. Eu não tenho dúvidas.
terça-feira, 5 de abril de 2011
tic tac

Não era fabuloso e ao mesmo tempo estranhamente horripilante se criassem um jogo onde poderíamos obter todas as respostas? .. uma simples máquina que nos ajudasse a entender os porquês da vida. Afinal porque é que o céu é azul e não da cor que desejamos? Ou porque é que não podemos viver sem a luz do sol? Será que o destino está mesmo traçado e nós vamos saltitando apenas de linha em linha para dar ao ponto em que sempre foi a nossa chegada? Será que tudo o que é nosso, volta para nós porque sim?
domingo, 27 de março de 2011
pink sky

Será possível que eu ainda acredite no canto dos pássaros, sonhos cor-de-rosa, no bonito azul do céu.. será realmente possível que ainda contenha toda esta esperança? Parece inacreditável como os anos foram passando por nós, como foi rápido, como cada vez mais te vejo envelhecer diante de um ciclo que nem sempre parece perfeito, ou longe disso. Mas é por ti que tento ser forte e superar tudo com sorrisos e gargalhadas e por vezes alguma frieza para não mergulhar os meus olhos num profundo oceano perante tu, minha querida. Mas apesar disso tu e eu sabemos bem que sorriso não passam disso mesmo, não dão dinheiro nem pagam impostos, não dão saúde, mas eu acredito que ainda dêem um pouco de felicidade ou não? Eu contínuo a torcer para que a tempestade se acalme e rapidamente volte a bonança por cima de nós, da nossa casa, do nosso tecto, apenas por ti.. minha querida.
segunda-feira, 14 de março de 2011
sixteen years ?
Hoje acordei, era novamente segunda-feira e mais ou um belo dia me esperava. Depois de ter dormido quase doze horas seguidas, consegui levantar-me muito lentamente com a maior preguiça de sempre, e arrastar-me por entre os corredores da minha humilde casa. Custou, mas foi.. e lá segui o meu caminho. Aos tropeções pela rua, ainda tentei dar uma corridinha para alcançar o comboio, mas o cansaço era muito e a vontade de me deslocar era pouca. Com isto tudo, consegui chegar atrasada ao sítio desejado, ou talvez não, porque o meu desejo real nem era aquele e aquilo. Mesmo assim com tudo isto, a pequena viagem mas grande no meu interior e no meu pensamento, possibilitou-me a relembrar-me dos meus dezasseis anos. Fui tão feliz, e por momentos desejei voltar atrás e reviver aquelas tantas coisas que vivi. Os concertos, as saídas de casa, as dormidas na rua em que ninguém era avisado, nem aqueles que nos esperavam em casa, as palhaçadas, as disputas, tudo. A avenida do Brasil, a quinta das conchas, as casas dos amigos, tudo. Senti saudades vossas, senti falta, e sorri. E no final do dia, sentei-me à mesa com a minha mãe a jantar ao qual ela me pergunta: "Então, como estão o Gui e a Diana, têm falado?"
Engraçado não? saudades, J. Guilherme Ferreira e Diana Ferreira .
Engraçado não? saudades, J. Guilherme Ferreira e Diana Ferreira .
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